A sociedade, em todas as culturas, passou por diversas fases no que se refere às práticas sociais. Em relação às pessoas com deficiência, começou praticando o extermínio e a exclusão social. Em seguida, desenvolveu-se o atendimento segregado dentro de instituições.
A responsabilidade pelo extermínio ou abandono cabia, quase sempre, às próprias mães. Tudo isso em prol dos ideais estéticos, segundo o modelo grego de homem:belo, forte e inteligente.
Esse procedimento era aceito por pensadores e filósofos de grande proeminência, como Platão e Aristótele.
Apenas em 1854, sob a égide do Governo Imperial, foi criado o “Imperial Instituto de Meninos Cegos”, o atual Instituto Benjamim Constant- IBC por iniciativa do brasileiro José Álvares de Azevedo, que era cego e inspirou-se no modelo de uma escola especializada francesa onde estudou.
A idéia foi levada ao Imperador D.Pedro II pelo médico da família imperial, Dr.Xavier Sigaud que tinha uma filha cega.Este se tornou o primeiro diretor da casa. Os primeiros materiais especializados como, regletes, punções e livros e escrita Braille foram encomendados à França, chegando ao Brasil em 1856.
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